segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Visão para o e-commerce


Facebook, Twitter e agora o Google+ estão se tornando grandes vitrines, onde os produtos e marcas estão muito mais próximos de seus consumidores. Já podemos então dizer que era dosocial commerce no brasil está chegando na sua faze teen. Mas o que podemos esperar para o futuro? O que nós, consumidores e empresas, estaremos vivenciando nos próximos dois ou três anos? Pensar na resposta é como prever o mercado financeiro: as vezes se acerta, outras não. Mas irei arriscar três palpites. São eles:

1. Frete grátis não será mais um diferencial e sim um padrão

Pelo simples fato que os consumidores preferem abandonar a intenção de compra e procurar o produto nas lojas físicas do que pagar o frete na loja virtual. E isto não é novidade. Pesquisas estão comprovando este fato e já tem especialistas falando que até o final de 2012 isto será uma realidade.

2. Os antissociais não existirão

Empresas que não respondem a chamados de seus consumidores nas redes sociais, principalmente no Twitter, perderão um fatia importante do mercado. Até onde sei, hoje existe somente uma grande loja virtual sendo 100% social. As outras respondem somente quando querem ou quando acham conveniente, chegando ao ponto de seus seguidores implorarem alguma resposta pelo Twitter. Uma verdade que a ideia de usar o Twitter como SAC 2.0 vem sendo abandonada os poucos, mas na prática ela nunca existiu para todos e os próprios consumidores, frustados pelas diversas tentativas fracassadas de comunicação, estão desistindo de usar a rede para esta finalidade.

A tendência agora é as empresas irem massivamente para o Facebook, devido ao constante aumento do número de usuários brasileiros e usá-lo como blog corporativo. Mas se, continuarem a se comportar como antissociais, o errado só irá mudar de URL.

3. Prazo de entrega muito curto

Há pouco tempo atrás as promessas de entregas de pedidos eram de três dias úteis na maioria das lojas, mas devido aos problemas de logística na maioria das vezes ficavam só promessas e o produto chegava em uma semana ou mais. Se você observar, hoje, estas mesmas lojas, verá que o prazo atualmente está entre 5 a 13 dias. É quase certo que a entrega ocorrerá antes, mas para garantir os prazos foram chutados bem para o alto pelos lojistas.

Em um futuro próximo graças a grandes melhorias na logística, acredito que será possível obter um produto comprado online em no máximo 2 dias. E acreditem ou não, para as grandes capitais este prazo pode cair para horas.

Fonte: blogmidia8.com.br

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Negócios Sociais. Um modelo que gera lucro e ajuda a sociedade.


Um novo modelo de empresa está ganhando forma. Os chamados negócios sociais vêm aumentando o número de empreendimentos que buscam ser sustentáveis e melhorar as condições socioeconômicas das populações menos favorecidas. Existem atualmente cerca de 140 negócios do gênero no Brasil, segundo um levantamento coordenado por três instituições ligadas ao setor, Potencia Venture, Fundação Avina e Ande Polo Brasil. A Solidarium faz parte deste grupo de empresas que nascem com o objetivo de ajudar a sociedade, sem abrir mão da rentabilidade financeira.

De um lado, pequenos produtores que não sabiam como vender e, do outro, grandes varejistas atrás de novidades para as suas prateleiras. Este foi o campo de visão de Tiago Dalvi, fundador da Solidarium, que esse ano faturará R$ 700 mil. A missão da Solidarium é levar os produtos artesanais de 44 cooperativas e produtores para o comércio, por meio do Walmart, das Lojas Renner, da Tok&Stok e de mais 300 lojas por todo o país. O desafio da empresa foi mudar a vida de dois milhões de trabalhadores que estavam abaixo da linha de pobreza e lhes conceder meios próprios de sustento.
“Negócios sociais são empresas que têm como foco principal servir a base da pirâmide. O impacto social é o foco central do trabalho, mas para isto elas utilizam mecanismos de mercado, como a venda de produtos. Pode ser uma empresa que visa o lucro, no entanto, que tenha como sua atividade principal resolver um problema social”, explica Renato Kiyama, Gerente da Aceleradora de Impacto da Artemisia.
A formação do conceito
A principal questão por trás do modelo de empreendimento é como transformar problemas sociais em oportunidades de negócios que promovam o desenvolvimento humano. A ideia da iniciativa é juntar o melhor do segundo setor e do terceiro setor, ou seja, unir o processo de gestão das empresas capitalistas às iniciativas sociais realizadas por ONGs e outras associações civis.

“Caracterizamos essas empresas como o setor ‘dois e meio’, porque seria um nível intermediário em que as companhias visam lucros, mas sempre relacionados a serviços sociais específicos. Não é, por exemplo, como a Natura, uma empresa capitalista que realiza projetos voltados para a sociedade”, destaca Maurício Turra, Professor de Responsabilidade Social, em entrevista ao portal.
As categorias de atuação dos negócios sociais mais visadas pelos investidores, segundo um mapeamento realizado pela Ande Polo Brasil, são as de serviços financeiros, com 62 empreendimentos voltados ao assunto. Em seguida, aparecem saúde, educação e cultura, com 14 negócios, e ainda 13 ligados ao artesanato. Nesta lista também entram moda e decoração, agricultura e alimentos, tecnologia e energia, além de canais de distribuição, turismo e moradia.
Crescimento dos negócios
O negócio social é o meio mais esperado para o desenvolvimento da economia e da sociedade neste século. As empresas cada vez mais usam termos como sustentabilidade e responsabilidade social na estratégia de Marketing e assumem que estão em busca de alternativas de funcionamento com maior relevância para a sociedade. O mercado, portanto, está propício para projetos que fortaleçam os trabalhos das ONGs e da filantropia, mas que consigam caminhar com as próprias pernas.

“O setor está crescendo muito e nos próximos anos será uma opção viável para os universitários ao sair da faculdade, ao invés de se tornar empregado ou fazer concurso público. É apenas uma questão de tempo para o setor se tornar um produto social valorizado, as ONGs já são um movimento falido”, ressalta Tiago Dalvi, fundador da Solidarium, do Paraná, em entrevista ao portal.
O aumento das atividades, entretanto, está concentrado ainda na região Sudeste, com 55 empresas, seguida pela região Sul (36) e Nordeste (33), de acordo com o estudo da Potencia Ventures. Entre os 50 empreendedores entrevistados no levantamento, 64% são microempresários com faturamento anual entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão. Outros 10% se encontram na categoria de pequenas empresas, sendo que 2% faturam mais de R$ 10 milhões por ano.
Os investidores sociais
A Artemísia, criada pela investidora Potencia Ventures, ajuda a fomentar negócios sociais no Brasil por meio de programas de aceleramento com startups. São selecionados para o programa empreendedores de todo o país, que passam por um processo de nove meses desde a remodelação do projeto à assistência de gestão dos negócios. Após o processo, a aceleradora faz a ligação entre a empresa e possíveis investidores, tanto nacionais quanto estrangeiros, que buscam aplicar em negócios que geram impactos sociais.

“Trabalhamos também com a atração de talentos, buscando no mercado profissionais que tenham perfil empreendedor para estruturar equipes de trabalho. Com a categoria de inspiração, trabalhamos ainda dentro das universidades, levando o conceito aos alunos que também tenham o perfil característico, por meio do programa Choice”, conta Kiyama, da Artemísia.
Em sete anos, a Artemísia já auxiliou cerca de 80 empreendimentos dos mais variados segmentos. De acordo com o estudo da Potencia Ventures, a educação está entre os negócios mais apoiados (75%). Em segundo lugar aparecem atividades de artesanato e meio ambiente, ambas com 63%, seguidas por cultura (60%), agricultura e tecnologia da informação (50% cada) e saúde (48%).
A prestação de serviços é uma das formas de suporte aos empreendimentos sociais, em 93% dos casos são realizadas palestras, cursos e treinamentos como meio de apoio. Com 73%, aparecem as atividades de orientação, consultoria estratégica e gestão, além de inclusão de redes de contato. O suporte tecnológico representa 60% dos serviços oferecidos, além de assessoria em Marketing (55%) e financeira (53%).
Ser ou não ser um negócio social
Existe ainda uma discussão forte no setor sobre a intenção do negócio de criar um projeto que auxilie no desenvolvimento social. Para a Artemísia, qualquer negócio social precisa começar com o objetivo de ajudar a base da pirâmide, no entanto, esta questão não é um consenso no campo internacional. “Muitos colaboradores acreditam que apenas levar o acesso a algum serviço, que anteriormente as pessoas não tinham, já é um negócio social”, justifica Kiyama.

Casos como o das Casas Bahia e da Sinaf Seguros são polêmicos, pois uma das características principais do setor “dois e meio” é a inclusão da base da pirâmide ou de grupos desfavorecidos. “O fato das companhias venderem produtos para pessoas mais carentes não as tornam sustentáveis. Várias empresas criam projetos específicos para atuar neste segmento. A Phillips, por exemplo, tem vários programas para este público, mas isto não significa que ela mudou o foco de trabalho”, argumenta o professor Turra.
Após esta leitura, você curtiu o assunto? 
Fonte: comatitude.com.br
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Globo desiste de gravar o especial de fim de ano com o rei Roberto Carlos


Falta de verba? De tempo útil para gravar? Agenda lotada do cantor? A Globo vai utilizar uma reprise, no lugar de seu mais importante especial de fim de ano: o "Roberto Carlos Especial".

Em vez de gravar um show inédito do cantor especialmente para a TV, como faz todos os anos há décadas, a emissora resolveu reprisar o espetáculo do cantor realizado em Jerusálem, exibido em setembro.

A emissora alega que resolveu reexibir o show atendendo aos que não tiveram a oportunidade de assistir e aos que querem o ver novamente. Diz também que o especial de Roberto, por conta de seu conteúdo ecumênico, casa bem com o espírito das festas de fim de ano. É a primeira vez, em trinta anos, que a Globo reprisa um show completo do Rei em seu especial de fim de ano, sem nada inédito.

Você acha que a reprise do Roberto Carlos em Jerusalém vai agradar mais que um especial inédito?

Fonte: Folha.com

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Nunca fomos tão inteligentes e criativos


Hoje na revista Época, saiu uma matéria super bacana sobre internet, e suas relações psicológicas e cognitivas com os usuários. O autor americano Nicholas Carr sentiu algo muito estranho, após anos de leitura profunda e compenetrada, ele estava perdendo a concentração e a vontade de ler para navegar na internet ou acessar o seu smartphone.

Com isto, ele está lançando o livro The shallows – What the internet is doing to our brains, ainda sem tradução, O que a internet está fazendo com seu cérebro. Nele, Carr, faz uma acusação seriíssima: a exposição constante às mídias digitais está mudando, para pior, a forma como pensamos. Ele e outros autores estão levantando a bandeira sobre este assunto, dizendo que a sociedade de uma forma geral, está se tornando menos inteligente.

No decorrer da reportagem, eles trazem pesquisas demonstrando como vêem alterando a forma de comportamento e interação destes jovens. O que fica claro, é que as pessoas hoje em dia, fazem diversas tarefas ao mesmo tempo, como ouvir música, assistir televisão, responder a mensagem no telefone e fazem uma leitura dinâmica na internet. Mas o que as pessoas estão perdendo é a concentração plena, aquela quando fazemos apenas uma coisa de cada vez, com isto, estamos perdendo o foco.

Podem ficar tranquilos, apesar disto, o nosso cérebro está cada vez mais capacitado e mais dinâmico, segundo a pesquisa. Os pesquisadores afirmam que, a cada década que passa o QI da sociedade em geral, está aumentando, se comparado com décadas anteriores.

As mídias digitais estão interferindo para que ideias sejam trabalhadas, divididas, compartilhadas, e assim, após muitos debates, se tornem grandes ideias. Conforme já falamos aqui no blog, Steve Johnson, autor de De onde vêem as boas ideias  diz que “emergem de espaços de conexões, da colisão entre diferentes opiniões, visões, sensibilidades e especializações”.

Para concluir, António Damásio, professor e autoridade no assunto dispara “o ser humano nunca foi mais inteligente e criativo do que hoje. Vivemos o auge de um longo processo de desenvolvimento cognitivo.”

Gostou do post? Estamos querendo sugestões, opiniões sobre outros assuntos que você tem interesse e nós ainda não falamos.

Fonte: Revista Época

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

McDia tem arrecadação recorde, o ICI-RS faz parte disto.

A rede McDonald’s arrecadou R$17,3 milhões no dia 27 de agosto com a campanha McDia Feliz, que destina o faturamento com venda de lanches Big Mac e produtos promocionais para ações de combate ao câncer infanto-juvenil. A verba recorde, foi 33% maior que os R$13 milhões obtidos no ano passado.  Neste dia tão especial, foi o de maior movimento do ano nos restaurantes da rede, cerca de 1,6 milhão de lanches Big Mac, demonstrando a força deste evento.
Toda a verba arrecada, será destinada a 73 projetos de 59 instituições de todo o Brasil irão beneficiar cerca de 30 mil crianças e adolescentes em tratamento oncológico e também a seus familiares.
No RS, o Instituto do Câncer Infantil (ICI-RS) é parceiro do Instituto Ronald McDonald. Muito legal saber que as metas foram alcançadas e superadas, e que esta verba trará muita alegria e resultado para estas crianças. Para a Maiz é muito gratificante saber que fizemos parte deste processo com a campanha do McDia para o ICI-RS.
Vemos muitas campanhas digitais em Facebook, Twitter, Youtube, onde muitas pessoas se mobilizam por causas sociais trocando fotos de seus perfis, compartilhando, comentando, debatendo, e que bom que isto ainda é pauta em nossas vidas.   Temos uma boa oportunidade, agora no dia 30 de outubro, ICI-RS promove a Corrida pela Vida. Vamos logo comprar a camiseta e participar desta corrida, assim você de fato ajudará.
Para comprar: www.ici-rs.org.br
Fonte: exame.abril.com.br

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Importância dos serviços no varejo


A evolução, importância e as oportunidades que os serviços oferecem no negócio de varejo atualmente. As empresas globais e locais que se tornam o maior aval dessas oportunidades e a relevância da utilização dos serviços como forma de diferenciação estratégica das empresas varejistas, em especial quando a tecnologia amplia de forma virtuosa as alternativas possíveis para agregar valor aos produtos vendidos ou criar produtos-serviço que gerem receitas e resultados incrementais.

Em especial nas economias mais maduras, os serviços têm ampliado sua participação no PIB dos países e hoje alcança perto de 68% do total, mas também é realidade a expansão da participação dessa categoria de despesas no orçamento das famílias brasileiras, em especial nas classes B e C, como reflexo da mudança dos padrões de consumo, como mostram os dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) e da Pnad, ambas do IBGE. 

Os serviços para o varejo já vivem sua quinta onda em seu ciclo de expansão, aquela que faz com que os serviços incubados no ambiente de lojas amadureçam e se tornem operações independentes, como ocorre com as agências de viagens da El Corte Inglés na Espanha ou da Tchibo na Alemanha, ou como as lojas de serviços da Fnac na França. 

Nas suas fases anteriores os serviços migraram dos mais básicos e convenientes dentro do ambiente de lojas, como ajustes de roupas, câmbio ou embalagem para presentes, oferecidos pelas grandes lojas de departamentos e operações especializadas; e evoluíram, em seguidas e concomitantes ondas, passando pelos serviços para diferenciação e agregação de valor, convergentes com os produtos vendidos pelos varejistas, como os consultores de moda, arquitetos e orientação esportiva, customizando projetos e demandas. 

O que é oferecido pela Decathlon em todas suas lojas, com orientação técnica, instalação e customização de produtos; ou pela REI, rede norte-americana especializada em esportes, que oferece cursos e orientação para os praticantes de esporte outdoor. 

A terceira onda, a dos Serviços Financeiros, é ainda a mais importante e relevante, tendo a maior participação no conjunto de serviços no varejo e respondendo pela maior contribuição para as receitas e os resultados. Estudo feito pelo BCG estima que, no Carrefour global, os serviços financeiros representavam 5% dos lucros antes de juros e impostos (Ebit). No El Corte Inglés da Espanha, 4%, mesmo número da Best Buy norte americana. O maior percentual se encontrava na inglesa Tesco: 11 %.

A quarta onda é a dos serviços que não são convergentes com os produtos oferecidos, como as agências de viagem do Carrefour, Tesco, El Corte Inglés, Tchibo, Almacenes Paris e Falabella; e mais os serviços de telefonia, com destaque recente para os celulares, através de MVNO, operações virtuais oferecidas por varejistas para telefonia móvel, opção recém-aprovada no Brasil e que poderá ter os primeiros operadores nacionais nos próximos meses. 

O conjunto dos serviços oferecidos pelos varejistas também poderia ser classificado como aqueles que são relacionados com produtos, como projetos ou instalações, como oferecem as lojas especializadas em móveis; ou os que são relacionados às pessoas. Nesse segundo aspecto é marcante o movimento feito pelos varejistas norte-americanos, em especial as drugstores, o Walmart, Costco e outros, que passaram a oferecer clínicas e consultas oftalmológicas em suas lojas para atrair e reter clientes em busca de soluções cada vez mais convenientes para suas necessidades. 

O projeto Planet, de busca de reinvenção dos hipermercados, lançado pelo Carrefour na França no ano passado, privilegia alguns elementos de serviços, pela ampliação e melhoria dos serviços financeiros, agências de viagem, serviços pessoais e cabeleireiros dentro das lojas, além daqueles ligados à telefonia e de alimentação fora do lar, incorporando unidades integradas de lanchonetes e restaurantes nas lojas. 

Da mesma forma como muitos varejistas em seus canais digitais, via internet ou celular, passaram a oferecer vendas de ingressos para teatros, shows, viagens e outros serviços, como acontece, aqui também no Brasil, com Livraria Cultura, Saraiva, Americanas, Submarino e outras. 

Os aspectos definitivos para a crescente importância dos serviços na oferta e nos resultados dos varejistas em todo o mundo, em ambiente real ou digital, são a conveniência, cada vez mais demandada e valorizada pelos consumidores; e, principalmente, a busca de alternativas de diferenciação que permitam melhoria de desempenho, num cenário polarizado pelo crescimento das alternativas de descontos e preços baixos, na busca de criar modelos de negócios e formatos de lojas que atraiam e retenham os consumidores.


Fonte: dataevarejo.com.br

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Novos humoristas podem integrar o novo Casseta & Planeta

Não está nada acertado, mas a Globo quer uma renovação no programa Casseta e Planeta. O pessoal do programa quer contar com novos humoristas em seu time.

A sacada para o próximo ano é ter em cada uma das edições um humorista diferente interagindo com os tradicionais cassetas. Humoristas consagrados na MTV, Dani Calabresa e Marcelo Adnet estão na mira do humorístico da Globo, que voltará repaginado ao ar sem a apresentadora Maria Paulo e sem o diretor de anos de programa, José Lavigne. A turma da nova geração do humor da Globo, entre eles Fábio Porchat e Bruno Mazzeo, também estão cotados para integrar o time dos experientes humoristas. Calabresa e Adnet, que têm contrato com a MTV até dezembro, estão conversando com a Globo há meses e devem decidir seus destinos profissionais após o VMB, premiação musical da MTV, que acontece dia 20 de outubro.

O novo “Casseta & Planeta”,  que tem retorno marcado para abril de 2012, será temático e exibido em esquema de temporadas curtas, com pausas de meses entre uma e outra.

As novas contratações ainda não foram acertadas, mas as conversas estão adiantadas com alguns nomes.

O que vocês acham, será que esta repaginada no programa emplaca?

Fonte: outrocanal.folha.blog.uol.com.br
Imagem: Google

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