
Ministério do Planejamento dá inicio a movimento para estimular o consumo consciente nas licitações dos órgãos públicos
Para muita gente, inclusive para o Nosso Mundo, falar de futuro e ações sustentáveis implica,obrigatoriamente, em falar de consumo. As mudanças que o planeta passa exigem uma nova forma de pensar e, na sequência, adquirir. Por isso, os valores que repassamos às crianças quando o tema é a relação entre desejo e compras foi discutido em uma grande reportagem em junho deste ano.
Em um movimento marcado pela ascensão da economia brasileira e, assim do poder de compra das pessoas, os especialistas são unânimes ao dizer que, antes de qualquer coisa, o tema consumo exige cautela. Outra opinião compartilhada é de que a conscientização é o grande passo para novas atitudes. Pensar além do custo financeiro é pensar no planeta. Sabendo disso e confiando na força do exemplo, uma movimentação deseja usar o poder de compra do governo federal para apresentar ao país uma nova forma de consumir.
A partir de uma norma de janeiro deste ano, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão criou possibilidade de critérios verdes serem inseridos em licitações públicas. Com eles será possível adquirir de forma mais racional, inteligente e, ainda multiplicar as mudanças Brasil afora.
-A capacidade de compra do poder público pode alcançar 16% do PIB brasileiro. Mudanças desse porte afetam toda a sociedade – lembra Ana Maria Vieira Neto, gerente de projetos do Ministério.
Escolher produtos que acumulem qualidades como maior rendimento, eficiência energética, durabilidade e menor impacto pode não ser uma tarefa simples. Identificar que danos sociais e ambientais podem ser evitados também é algo complicado, mesmo para quem trabalha com o assunto.
Em um evento em Porto Alegre no final de outubro, o presidente do Santader Brasil Fábio C. Barbosa, referência quando o tema é qualidade socioambiental, usou motoboys de São Paulo para falar do impacto. Contou, em sua palestra, que houve no banco a proposta de contratar, pagando um pouco mais, uma empresa de motoboys que havia investido na orientação dos funcionários e reduzido significativamente o numero de acidentes. Alguns resistiram com o argumento único do custo. Ao que Barbosa argumento:
-Isso não é sustentável. Se os motoboys continuarem se acidentando e morrendo, uma hora eles vão acabar
A capacitação
Desde o início deste ano, o Ministério do Planejamento já coordenou cursos de treinamento para 1,3 mil pessoas consideradas multiplicadores, com foco especial nos funcionários responsáveis efetivamente pelas compras de órgãos federais. Em 2011, o número de cursos à distância deve pular para 3 mil.
Vamos falar mais sobre isso. Contate-nos (51)3237.2334
lubraun@maizbrand.com.br / maiz@maizbrand.com.br
Fonte: Zero Hora, Porto Alegre, 13. Nov. 2010
Para muita gente, inclusive para o Nosso Mundo, falar de futuro e ações sustentáveis implica,obrigatoriamente, em falar de consumo. As mudanças que o planeta passa exigem uma nova forma de pensar e, na sequência, adquirir. Por isso, os valores que repassamos às crianças quando o tema é a relação entre desejo e compras foi discutido em uma grande reportagem em junho deste ano.
Em um movimento marcado pela ascensão da economia brasileira e, assim do poder de compra das pessoas, os especialistas são unânimes ao dizer que, antes de qualquer coisa, o tema consumo exige cautela. Outra opinião compartilhada é de que a conscientização é o grande passo para novas atitudes. Pensar além do custo financeiro é pensar no planeta. Sabendo disso e confiando na força do exemplo, uma movimentação deseja usar o poder de compra do governo federal para apresentar ao país uma nova forma de consumir.
A partir de uma norma de janeiro deste ano, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão criou possibilidade de critérios verdes serem inseridos em licitações públicas. Com eles será possível adquirir de forma mais racional, inteligente e, ainda multiplicar as mudanças Brasil afora.
-A capacidade de compra do poder público pode alcançar 16% do PIB brasileiro. Mudanças desse porte afetam toda a sociedade – lembra Ana Maria Vieira Neto, gerente de projetos do Ministério.
Escolher produtos que acumulem qualidades como maior rendimento, eficiência energética, durabilidade e menor impacto pode não ser uma tarefa simples. Identificar que danos sociais e ambientais podem ser evitados também é algo complicado, mesmo para quem trabalha com o assunto.
Em um evento em Porto Alegre no final de outubro, o presidente do Santader Brasil Fábio C. Barbosa, referência quando o tema é qualidade socioambiental, usou motoboys de São Paulo para falar do impacto. Contou, em sua palestra, que houve no banco a proposta de contratar, pagando um pouco mais, uma empresa de motoboys que havia investido na orientação dos funcionários e reduzido significativamente o numero de acidentes. Alguns resistiram com o argumento único do custo. Ao que Barbosa argumento:
-Isso não é sustentável. Se os motoboys continuarem se acidentando e morrendo, uma hora eles vão acabar
A capacitação
Desde o início deste ano, o Ministério do Planejamento já coordenou cursos de treinamento para 1,3 mil pessoas consideradas multiplicadores, com foco especial nos funcionários responsáveis efetivamente pelas compras de órgãos federais. Em 2011, o número de cursos à distância deve pular para 3 mil.
Vamos falar mais sobre isso. Contate-nos (51)3237.2334
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Fonte: Zero Hora, Porto Alegre, 13. Nov. 2010
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