Noventa e cinco por cento dos consumidores não têm a menor idéia de como se calculam os juros num financiamento. Infelizmente, a maior parte das pessoas tem total ignorância, em relação às formas, processos, métodos e procedimentos para calculo de financiamentos, em qualquer modalidade. Somado a isto, não possuem qualquer tipo de instrução sobre como organizar suas finanças e, menos ainda preocupam-se em pesquisar taxas de juros e optar pelo dinheiro mais barato. A própria “cultura inflacionaria”, ainda presente mesmo entre a geração que não vivenciou a inflação aos 84% ao mês, faz com que as pessoas tenham sensação de que 10% ao mês seja uma tava “barata”. Só que hoje, nossa inflação anual não passa de um dígito. Essa falta de conhecimento leva a decisões equivocadas, má gestão financeira pessoal, ao endividamento e a inadimplência. Cria também outro fato negativo: as pessoas não se organizam para o futuro, não poupam, não planejam sua vida no longo prazo. O resultado: dependência quase absoluta da previdência de formação de poupança interna no Brasil – abaixo de 20% do PIB.
Inadimplência, por sua vez, é um dos maiores fatores de crédito caro, pois até 37% do spread bancário (a diferença entre as taxas de captação e de oferta ao mercado) é composto por ela. Segundo publicação do site de notícias da G1, a taxa de inadimplência no Brasil é de 7,2%, enquanto nos EUA é de 5,3% e na Inglaterra, de 5,8%. E isto que o bom momento econômico que o País tem vivido ajuda a reduzir consideravelmente essas taxas, pois todos sabem que com boa oferta de empregos e aumento no poder aquisitivo, a inadimplência tende sempre a cair. No entanto, de acordo com o relatório da Serasa Experian, ela cresceu 3,5%.
Inadimplência, por sua vez, é um dos maiores fatores de crédito caro, pois até 37% do spread bancário (a diferença entre as taxas de captação e de oferta ao mercado) é composto por ela. Segundo publicação do site de notícias da G1, a taxa de inadimplência no Brasil é de 7,2%, enquanto nos EUA é de 5,3% e na Inglaterra, de 5,8%. E isto que o bom momento econômico que o País tem vivido ajuda a reduzir consideravelmente essas taxas, pois todos sabem que com boa oferta de empregos e aumento no poder aquisitivo, a inadimplência tende sempre a cair. No entanto, de acordo com o relatório da Serasa Experian, ela cresceu 3,5%.
Os financiamentos estarão presentes no crédito educativo, no carro que compramos, no apartamento que adquirimos, no mobiliário e nos equipamentos que colocaremos dentro dele e, após acompanharmos por toda nossa vida, ainda determinará quanto iremos receber na aposentadoria, se não quisermos ficar limitados à previdência governamental e seu teto. No entanto, praticamente não vemos isso na escola. Essa deficiência nos acompanha por toda vida.
Em sua posse, o atual presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que “somente por meio da difusão do conhecimento e da compreensão básica das finanças é que conseguimos de fato promover a inclusão financeira com qualidade”. Num contexto em que a oferta de crédito aumentou enormemente – o que foi importantíssimo para os bons indicadores é fundamental. Não é apenas o acesso ao crédito que gera inclusão. É sobretudo, saber usá-los. Ressaltar isso não poderia ser acertado, para autoridade que cuidará da saúde financeira do País.
Fonte: Revista Conexão Varejo, Porto Alegre. Mar. 2011
O brasileiro precisa se reeducar em relação à economia para evitar a inadimplência e aprender a pensar no futuro.
Vamos falar mais sobre isso?
Em sua posse, o atual presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que “somente por meio da difusão do conhecimento e da compreensão básica das finanças é que conseguimos de fato promover a inclusão financeira com qualidade”. Num contexto em que a oferta de crédito aumentou enormemente – o que foi importantíssimo para os bons indicadores é fundamental. Não é apenas o acesso ao crédito que gera inclusão. É sobretudo, saber usá-los. Ressaltar isso não poderia ser acertado, para autoridade que cuidará da saúde financeira do País.
Fonte: Revista Conexão Varejo, Porto Alegre. Mar. 2011
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