sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sem tempo para o e-mail

Sinais clássicos de que você esta ficando velho: ainda assiste a filmes pelo videocassete, ouve discos de vinil e faz foto em maquina analógica. Acrescente mais um item à lista: ainda gosta de usar e-mail. Os jovens preferem serviços de chat online, mensagens via celular ou outras formas mais rápidas, como Twitter. Essas tecnologias, claro, já vem crescendo ao longo dos anos, mas agora estão ameaçando ofuscar seriamente o e-mail, mais ou menos como já fizeram com as chamadas telefônicas.
Um sinal claro dessa tendência é que empresas focadas em internet, como Facebook, estão oferecendo serviços baseados em mensagens imediatas. Para os adolescentes de hoje, o desinteressante no e-mail é o processo – considerado longo e entediante – de fazer login em um serviço, preencher destinatário e assunto para só então escrever o texto e enviar a mensagem, que poderá levar horas até ser lida.
Para a estudante Lena Jenny, uma estudante de 17 anos de Cupertino, na Califórnia, o principal atrativa nas mensagens de texto é a rapidez:
-Às vezes, recebo uma resposta antes mesmo de desligar meu telefone. O e-mail é muito lento.
O Facebook, por exemplo, com o seu sistema de mensagens instantâneas , lançado em novembro. No novo serviço, a empresa eliminou as linhas de “assunto” assim como as de “cópia”. E para mandar a mensagem basta ter um simples enter.
-O futuro das mensagens é ser mais tempo real e casual. O meio não é a mensagem. A mensagem é a própria mensagem. – afirma o diretor de engenharia do Facebook, Andrew Bosworth.
Estatísticas respaldam essa afirmação. Nos EUA, o tempo gasto em serviços de e-mail vem caindo, especialmente entre os jovens. Apenas na faixa acima dos 55 anos houve um crescimento no ultimo ano. A queda nos acessos a e-mails, porém, não implica uma redução na comunicação digital: as pessoas estão migrando para outras formas, como Messenger (MSN e GTalk), SMS (torpedos) e o próprio sistema do Facebook, que registra quatro bilhões de mensagens diárias.
Segundo James Katz, diretor do Centro de Estudos para Comunicações Móveis da Universidade Rutgers, não estamos vendo a morte do e-mail, mas sim uma redução da sua importância:
-O e-mail apenas não se encaixa na intensidade social das novas gerações – avalia.

E a sua empresa já busca novas alternativas para se manter atualizado e não gastar tempo com e-mails?

Vamos conversar mais sobre isso. Contate-nos (51) 3237.2334

lubraun@maizbrand.com.br / maiz@maizbrand.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário